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	<title>Valério Farias &#187; nerd</title>
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	<description>(Tecnologia + Negócios) = :)</description>
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		<title>Papo-de-Nerd: Aniversário com números binários</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 21:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valério Farias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[binário]]></category>
		<category><![CDATA[bolo]]></category>
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		<description><![CDATA[Certa vez, fiquei responsável para comprar bolo, salgadinhos e velas, para a comemoração do aniversário de uma pessoa da minha família.
Encomendei o bolo e os salgadinhos, mas quando fui buscar, tive um pequeno probleminha: na loja não havia velas com formato de números. Só havia velas simples.
Colocar uma única velinha estava fora de cogitação. Então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez, fiquei responsável para comprar bolo, salgadinhos e velas, para a comemoração do <strong>aniversário</strong> de uma pessoa da minha família.</p>
<p>Encomendei o bolo e os salgadinhos, mas quando fui buscar, tive um <strong>pequeno probleminha</strong>: na loja não havia velas com formato de números. Só havia velas simples.</p>
<p>Colocar uma única velinha estava fora de cogitação. Então pensei inicialmente em comprar a quantidade de velas equivalentes a idade da pessoa. Mas como a pessoa tinha a <strong>idade maior que 20</strong>, achei que seria um exagero de velas em cima do bolo.</p>
<p>Daí me veio a seguinte <strong>idéia nerd</strong>: Porque não utilizar um sequência de velinhas acessas e apagadas representando a idade em <strong>formato binário</strong> ao invés de decimal. Como a idade era <strong>menor que 32</strong>, logo percebi que bastavam 5 velinhas para representá-la. Ao invés de mais de 20 como na primeira idéia.</p>
<p>O bolo e a sequência de velinhas ficaram organizados como na figura abaixo: </p>
<p><a href="http://valeriofarias.com/wp-content/uploads/2011/03/bolo-binario.jpg"><img src="http://valeriofarias.com/wp-content/uploads/2011/03/bolo-binario-150x150.jpg" alt="" title="bolo-binario" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-387" /></a></p>
<p>A vela acessa representa o número 1 (um) e a vela apagada representa o número 0 (zero). A sequência de velas portanto representa o número <strong>11001</strong> (um, um, zero, zero, um). Meio esquisito a princípio mais é isso mesmo que você leu. O cumprimento ao aniversariante fica: <strong>&#8220;Parabéns pelos seus um, um, zero, zero, um anos de idade.&#8221;</strong> <img src='http://valeriofarias.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Obs.: </strong>Antes do aniversariante soprar as velinhas eu tive que explicar um pouco sobre os números binários. A estratégia foi bem aceita. Ufa! <img src='http://valeriofarias.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Agora tentem adivinhar que idade esse número binário representa em decimal. Se tiver pressa digite no google a seguinte expressão: <a href="http://www.google.com/search?hl=en&#038;q=0b11001+in+decimal">0b11001 in decimal</a> e aperte enter, ou simplesmente clique no link anterior.</p>
<p>Grande abraço.</p>
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		<title>Papo-de-Nerd: Caindo na Real sobre a carreira</title>
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		<comments>http://valeriofarias.com/papo-de-nerd-caindo-na-real/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 17:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valrio Farias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[nerd]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[No Papo de Nerd de hoje, vou mostrar para você um outro trecho da conversa que tive com meu amigo Macelo. Você vai ver muitas coisas interessantes sobre a forma de ver o desenvolvimento de software, sobre o mercado de trabalho, sobre curso de graduação, enfim, sobre carreira. Fique com o texto:
Valério diz:
Um livro ótimo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Papo de Nerd de hoje, vou mostrar para você um outro trecho da conversa que tive com meu amigo Macelo. Você vai ver muitas coisas interessantes sobre a forma de ver o desenvolvimento de software, sobre o mercado de trabalho, sobre curso de graduação, enfim, sobre carreira. Fique com o texto:</p>
<blockquote><p><strong>Valério diz:</strong><br />
Um livro <strong>ótimo</strong> para você ler: <a href="http://gettingreal.37signals.com/GR_por.php">Getting Real.</a></p>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong>Qual o tema do livro?</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong>Independente da linguagem de programação que você usar, <a href="http://gettingreal.37signals.com/GR_por.php">Caia na Real</a>.<br />
É sobre como fazer projetos de softwares Reais.<br />
<strong><br />
Macelo diz:<br />
</strong> rsrsr.<br />
Entendo.<br />
Passei por uma experiência.<br />
É de UML? ou de outra modelagem?</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong> A linguagem de programação é só uma parte. A maior dificuldade é atingir vazios do mercado e de uma forma que ninguém possa imitar a curto prazo.<br />
É algo diferente de UML, inclusive no texto mostra muitos pontos negativos sobre  focar demais na modelagem, incluindo UML.<br />
É sobre a vida real de programadores produtivos.<br />
Sobre fazer somente o que for realmente útil.<br />
Sobre detectar e eliminar os gargalos que acabam destruindo nossa produtividade.</p>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong> humm,<br />
Gostei.<br />
Vou ler.</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong>Não é sobre procurar a forma perfeita (modelar tudo antes de desenvolver) é sobre fazer as coisas funcionarem e ficar flexível para mudanças (cair na real).</p>
<p><strong>Macelo diz:</strong><br />
Isso é muito bom, porque as pessoas se alienam no que aprendem. Não querem conhecer outras coisas e se negam a experimentar.</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong>Esse livro me fez rever vários conceitos que aprendi na faculdade. Algumas vezes a faculdade mostra alguns conceitos como certos, ao invés de como possibilidades, o item sobre UML foi um deles.<br />
A faculdade, às vezes, tenta criar ou defender formas próprias de ver o mundo e se distancia da realidade. Depois tenta criar cargos para que as pessoas possam ganhar dinheiro repetindo essas distorções. Repito, isso acontece às vezes. Também você encontra ótimos Profissionais lá. A UML também é usada com sucesso por diversas empresas. O meu questionamento é que ela deve ser mostrada como um recurso, como uma possibilidade que pode ou não ser efetiva dependendo do contexto. No meu caso prefiro o ponto de vista mostrado no <strong>Getting Real</strong>. Cada pessoa deve comparar e usar o que funcionar melhor para si, ou para sua empresa.</p>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong> uhumm<br />
Gostei, li um pedaço agora.<br />
E trata realmente coisas inúteis (às vezes) na UML<br />
Fale mais sobre a sua experiência com a faculdade.</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong>Faculdade é o ambiente que abre as portas, o local de fazer amizades por área de afinidade. É também o local para você obter as referências de livros interessantes que você pode voltar a pesquisar depois.<br />
Ou seja, é só o primeiro passo.</p>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong> Sempre os institutos são os primeiros passos.<br />
Ouço isso desde de mais jovem,<br />
desde a sexta-série.</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong> Na verdade, primeiros passos para um boa parte. Pois tem vários casos de pessoas que largaram a faculdade e fundaram suas empresas de sucesso.<br />
Mas não é fácil repetir a façanha, por isso eu preferi ganhar um tempo na faculdade. <img src='http://valeriofarias.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong> uhumm.<br />
Sempre tem as excessões.<br />
A faculdade é o caminho mais fácil e garantido &#8230;</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong> Pelo contrário, a faculdade é um caminho entre vários e sem garantia ( <img src='http://valeriofarias.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  )<br />
<strong>A única garantia é você mesmo!<br />
</strong>Fazer os contatos certos, tomar as decisões certas, se envolver com coisas que te deixe empolgado na maior parte do tempo. E continuar persistindo em seus objetivos utilizando o velho método das tentativas junto com alguns relatos de mentores bem sucedidos.</p>
<p>Já vi muita gente formada que não está feliz no emprego depois da formatura.<br />
Já escutei: <strong>&#8220;Trabalho em algo que não tem nada a ver com o que eu queria, e não gosto. Trabalho por que preciso.&#8221;</strong></p>
<p>Particularmente acho essa forma de ver o trabalho complicada. Qualquer trabalho tem algo a oferecer de bom para quem exerce o cargo. A pessoa pode passar um tempo que ajuda a instituição a crescer e também cresce junto com ela. Em paralelo, o profissional deve procurar o seu caminho, estudando, visitando congressos, conferências, conhecendo pessoas na sua área de afinidade, até chegar o dia de dar o próximo passo. Se despedir com um abraço do anterior, desejar sucesso e seguir seu caminho.</p>
<p>Pode existir também uma incompatibilidade dos valores pessoais com os valores da instituição, nesses casos o mais importante é procurar o mais rápido possível um ambiente que cujos valores coincidam com o seu.</p>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong> Mas sem a faculdade, fica mais difícil até de sobreviver.</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong> Fica e não fica, depende do que você quer para você.</p>
<ol>
<li>O <a href="http://akitaonrails.com">Akita</a> deixou a faculdade e é super bem sucedido atualmente.</li>
<li>Conheço o dono de um mercadinho, no bairro onde eu morava, que nunca fez curso superior, mas também nunca teve comportamento medíocre, todo dia batalhava, juntava seu dinheiro. Em alguns anos ele já tinha renda de diversas casas que ele comprou e colocou para aluguel. É um caso de sucesso, dentro dos limites que ele desejou da vida.</li>
</ol>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong> Mas quantos abandonam no Brasil e viram marginais.<br />
Esses casos que você contou são excessão.<br />
É mais fácil conseguir alguma coisa na faculdade do que fora.<br />
Não estou dizendo que foi um golpe de sorte deles.</p>
<p><strong>Valério diz:</strong><br />
Tudo bem, mas para ser uma excessão eles fugiram da média. Eles sempre se comportaram como uma excessão. A excessão não aparece como mágica.</p>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong> Eu sei, como você me disse, é da pessoa.<br />
Mesmo tendo tudo, se não quiser vencer, perde.</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong>O mercado do emprego é baseado na titulação, por isso a faculdade é importante. Mas, é <strong>necessário</strong> <strong>compreender</strong> algumas <strong>características</strong> para não se tornar um profissional medíocre. Vou te mostrar agora que características são essas.</p>
<p><strong> Quando você termina sua faculdade, poderá seguir de maneira geral, dois caminhos:</strong></p>
<ul>
<li> Mercado de trabalho, seja como empregado ou fundando sua empresa.</li>
<li> Seguir carreira acadêmica: professor, pesquisador, cientista.</li>
</ul>
<p>Em qualquer um desses caminhos você pode escolher entre ser um <strong>profissional</strong> (p minúsculo = medíocre) ou um <strong>Profissional</strong> (P maiúsculo = com reputação a zelar).</p>
<p>Os profissionais (medíocres) geralmente se escondem atráz de cargos e do título e gastam tempo excessivamente com estatus. <strong>Eu defino estatus como uma taça de cristal. Ela é incrivelmente linda. Mas, com qualquer desleixo seu, ela cai da sua mão, quebra, corta seu pé e o de quem está do seu lado.</strong><br />
O título só indica que você passou pela faculdade, não há garantias que você seja um bom profissional. O título é algo momentâneo, não algo contínuo. Se a pessoa não continuar se atualizando, a faculdade não vai valer de nada.</p>
<p>Se você for escolher um profissional pela sua qualidade, rapidamente vai perceber que título é parecido com a faixa do artista marcial: <strong>só serve para enfeitar as calças</strong>. Já vi muitos alunos menos graduados vencerem, alunos mais graduados. A faixa na cintura não é garantia de nada. Cada luta é algo único. Somente com persistência ele vai começar a vencer a maioria das lutas, daí ele sai da média e começa a ser um vencedor.</p>
<p>De forma oposta, o Profissional (P maiúsculo) baseia sua carreira e sua vida, em sua reputação. Para definir <strong>reputação</strong> eu pego emprestado o conceito de <strong>Ponto de Referência</strong> de <strong>Edmour Saiani</strong>: <strong>Fazer algo único, de uma forma que ninguém possa te imitar no curto prazo, sempre!</strong><br />
É estar sempre um passo a frente. É estar sempre inovando, sempre se reinventando. No popular é mostrar pra que veio! O Profissional não perde tempo se lamentando, pois sabe que ele pode escolher onde quer atuar. Quando os problemas aparecem eles encaram como obstáculos e aprendem no caminho.</p>
<p>Geralmente quem está começando a carreira, ainda está indeciso no que realmente quer fazer. Eu sugiro que faça sim a Faculdade de sua escolha. Mas faça o curso pensando grande. Pensando em sua reputação, pensando que ela é apenas o primeiro passo e que depois você terá que caminhar com suas próprias pernas. <strong>Faça o curso pensando em ser futuramente o Profissional (P maiúsculo) que tem uma reputação a zelar, que tem brilho próprio e que os outros possam crescer junto com você.</strong></p>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong>Valeu pelas dicas.</p></blockquote>
<p>Existem outras divisões do empregado: trabalhar em pequenas ou grandes corporações. Como também do empresário: montar firma de produtos, serviços ou ser um consultor, tudo isso é muito bem explicado por Saiani em seu  post com o tema: <a href="http://pontodereferencia.com.br/edmoursaiani/?p=7">Onde trabalhar? A decisão mais importante da sua vida.</a></p>
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		<title>Papo-de-Nerd: Conversa sobre linguagens de programação</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 02:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valrio Farias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[nerd]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[Python]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>

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		<description><![CDATA[No Papo de Nerd de hoje, vou ampliar um pouco o paradigma: Além dos surtos de nerdice que eu comecei no primeiro artigo. Vou incluir também algo parecido com aquelas conversas de boteco, que depois de algumas doses, cada qual quer ser mais filósofo que o outro   . Mais particularmente nesse post vou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Papo de Nerd de hoje, vou ampliar um pouco o paradigma: Além dos <strong>surtos de nerdice</strong> que eu comecei no <a href="http://valeriofarias.com/desenhando-com-lado-direito-cerebro/">primeiro artigo</a>. Vou incluir também algo parecido com aquelas <strong>conversas de boteco</strong>, que depois de algumas doses, cada qual quer ser mais filósofo que o outro <img src='http://valeriofarias.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  . Mais particularmente nesse post vou mostrar <strong>conversas</strong> sobre temas gerais do <strong>dia-a-dia</strong> de um <strong>desenvolvedor web</strong> via Instant Messenger.</p>
<p>Esse papo de nerd virtual foi sobre <strong>linguagens de programação</strong>. Mais particularmente <strong>Python</strong> e <strong>Ruby</strong>. A conversa foi com meu amigo <strong>Macelo.</strong> Fique agora com o texto:</p>
<blockquote><p><strong>Macelo diz:<br />
</strong> O que você Acha do Python?<br />
É o concorrente do Ruby.</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong> Não necessariamente o concorrente.<br />
Tem filosofia um pouco diferente do Ruby, mas também é uma linguagem dinâmica,<br />
quase que totalmente orientada a objetos, características parecidas com o Ruby.<br />
<strong><br />
Macelo diz:</strong><br />
Certo, mas não deixa de ser o concorrente.</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong>A <a href="http://python-history-pt-br.blogspot.com/2009/04/filosofia-do-python.html">filosofia do Python</a> é dar UMA solução elegante para cada problema. É ser simples e direto.</p>
<p>A <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ruby_(programming_language)">filosofia do ruby</a> e dar produtividade e diversão para o programador. Dar prioridade ao programador ao invés do computador (linguagem humana).<br />
Os dois tem suas vantagens e desvantagens.</p>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong> Como tudo na vida.<br />
Mas, do jeito que você diz, faz parecer que o Ruby é bem mais vantajoso.</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong> Não necessariamente.<br />
O Python tem o django como framework para aplicativos web, que é muito bem difundido.<br />
É o equivalente ao Rails, mas foi feito com princípios e necessidades próprias.<br />
Cada ferramenta vai ser melhor utilizada em determinados momentos e contextos.</p>
<p>Essa questão de ser concorrente ou não, está muito ligado ao fato de vermos alguns fatos  da vida de forma binária: ou 0 ou 1, ou certo ou errado, ou ganha ou perde. O ponto que quero chegar é que existem outras formas de você olhar para o mundo ao redor e seus recursos. Para você ganhar, não necessariamente o outro tem que perder. Os dois podem ganhar! No caso de linguagens de programação, se eu olhar para elas como mera competição (qual a melhor!) Estarei deixando de lado um universo de possibilidades. Quanto mais pontos de vista e linguagem de programação um programador experimentar e dominar melhor!  Eu <strong>escolhi</strong> o <strong>Ruby</strong> nesse momento porque a <strong>comunidade</strong> é <strong>explosiva</strong> e de <strong>mente aberta</strong>, muitos dos programadores Ruby, conversam sobre ou dominam outras linguagens, além é claro do <strong>código elegante</strong>.</p>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong> haaaaaa.<br />
Assim faz parecer melhor as duas partes.</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong> Em última instância a minha escolha por estudar Ruby é pessoal. Sempre que a gente for para a parte técnica, acaba caindo nessa situação do &#8220;depende do caso&#8221;.</p>
<p><strong>Macelo diz:<br />
</strong> Uhum.<br />
Notei isso.<br />
Um amigo meu programa em Python, e usa o bloco de notas ..</p>
<p><strong>Valério diz:</strong><br />
Você pode usar Python, mas não use o bloco de notas.<br />
Baixe algum aplicativo mais adequado para programação:</p>
<ul>
<li>notepad ++ é uma ótima opção para Windows</li>
<li>no Linux eu uso o gedit</li>
<li>no mac você pode usar o TextMate</li>
</ul>
<p>Se quiser seguir em frente com o Python acesse o <a href=" http://elcio.com.br/">blog de Elcio</a>. Ele tem uma empresa e a base dela é Python.</p>
<p><strong>Marcelo diz:</strong><br />
Beleza, falou!</p>
<p><strong>Valério diz:<br />
</strong>Falou!</p></blockquote>
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		<title>Papo-de-Nerd: Desenhando com o lado direito do cérebro</title>
		<link>http://valeriofarias.com/desenhando-com-lado-direito-cerebro/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 16:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valrio Farias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo de Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[intuição]]></category>
		<category><![CDATA[nerd]]></category>
		<category><![CDATA[Scratch]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é o primeiro post com o tema Papo de Nerd. Quero deixar bem claro aqui que eu tenho sim vida social.   Mas acho que toda pessoa que trabalha com tecnologia ou desenvolvimento de software tem de vez em quando o que eu chamo de surto de nerdice.
E é sobre meus surtos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é o primeiro post com o tema <strong>Papo de Nerd</strong>. Quero deixar bem claro aqui que eu tenho sim vida social. <img src='http://valeriofarias.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Mas acho que toda pessoa que trabalha com tecnologia ou desenvolvimento de software tem de vez em quando o que eu chamo de <strong>surto de nerdice</strong>.</p>
<p>E é sobre meus surtos de nerdice que vou falar aqui nessa seção, que tem o propósito de ser bem humorada e de descontrair um pouco.</p>
<p>Esse primeiro surto de nerdice ocorreu quando eu estava lendo e praticando os exercícios do livro: <strong>Desenhando com o lado direito do cérebro</strong> de <strong>Betty Edwards</strong>.</p>
<p>Lá na página 109, tem um exercício-chave que me fez compreender a <strong>diferença</strong> entre ver o desenho de forma específica, sequencial e procurando significado (<strong>lado esquerdo do cérebro</strong>) e ver as linhas, as formas, os espaços vazios, as distâncias entre as linhas, a visão do todo (<strong>lado direito</strong>).</p>
<p>Segundo Betty, o que <strong>atrapalha a nossa evolução no desenho</strong> é a nossa <strong>hiper utilização</strong> do <strong>lado esquerdo do cérebro</strong>, que é responsável pela comunicação verbal, leitura, análise e interpretação. O lado esquerdo a gente pode comandar, pois quando temos vontade de ler um livro simplesmente lemos. Mas o lado direito não é acessado de forma direta, é preciso de um tempo, está mais relacionado com a visão holistica, do todo, da sensação de estar integrado, da intuição. O lado direito só entra em ação quando paramos de achar que todos os problemas do mundo se resolve através do raciocínio lógico (lado esquerdo). Ficamos insistindo nos vícios que a acadêmia científica pode trazer e nunca <strong>relaxamos</strong>. Isso mesmo! A saída é mais fácil do que eu imaginava! Veja esse fato que ocorre comigo:</p>
<blockquote><p>Geralmente quando estou um pouco cansado de programar, vou dar uma caminhada, sem objetivo de competição, sem relógio, simplesmente andar e olhar para o tempo, para a natureza. O resultado é que quase sempre vem alguns insites do problema que estava estressado para resolver e não conseguia, pois meu lado esquerdo do cérebro não deixava o direito ter voz. Fazer atividades que despertam o lado direito nos permite aprender mais e de forma sustentável.</p></blockquote>
<p>Existe um preço alto em hipervalorizar o lado esquerdo do cérebro, como a nossa sociedade faz. Perdemos o poder da intuição, que é algo muito poderoso. O segredo para sair dessa armadilha é o bom senso, saber do seu limite. Claro que não vamos deixar nossas atividades diárias de lado. O que precisamos é tirar um tempinho por semana para fazer atividades que desenvolva os outros sentidos e o lado direito do cérebro. Uma atividade que é bem efetiva nesse objetivo é <strong>desenhar</strong>.</p>
<p>Nossa sociedade é craque em rotular problemas. Quem não sabe ler nem escrever ela chama de analfabeto. Betty questiona que agora estamos numa sociedade de analfabetos em desenho. Isso significa que estamos perdendo muito com essa exclusividade na língua escrita. Estamos deixando de explorar nossa potencialidade que é enorme.</p>
<p>Com essa breve explicação, acho que já deu para cair a ficha da importância de <strong>equilibrarmos a vida</strong> com tarefas que envolvam os <strong>dois lados do cérebro</strong>. Portanto vamos voltar para o nosso Papo de Nerd de hoje:</p>
<p>Como falei, estava fazendo o seguinte exercício (para facilitar olhe a foto):</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 313px"><img src="http://i716.photobucket.com/albums/ww163/valeriofarias/exerciciodesenho.jpg" alt="Exercício de desenho: Créditos para Betty Edwards" width="303" height="400" /><p class="wp-caption-text">Exercício de desenho: Créditos para Betty Edwards</p></div>
<ol>
<li>Colocar uma das mãos para trás, um pouco fechada, de forma que ela fique um pouco engilhada.</li>
<li>Fixar o olhar nas linhas que se formam na pela da mão engilhada e simplesmente desenhar o que está vendo com a outra mão sem olhar para o papel. durante 5 minutos.</li>
</ol>
<p>Até aí tudo bem. O problema é que eu simplesmente <strong>não tinha despertador</strong> para apontar que os 5 minutos se passaram e eu pudesse parar o exercício. Foi então que pensei em fazer um programa de despertador, que tocasse algum som depois de 5 minutos e resolvi fazer usando o <strong><a href="http://geyserway.com/scratch-a-linguagem-de-programacao-mais-simples-que-ja-vi/">Scratch</a></strong>. Já ia abrindo o Scratch no Windows quando me deu o surto:</p>
<h2>Por que não aproveito para instalar o Scratch no meu Laptop que roda Ubuntu!</h2>
<p>Só que o scratch não possui versão estável para linux, existe algumas tentativas mas não são estáveis. Bom, não desanimei não, fui em busca do scratch para linux, baixei os binários e tentei instalar. Aí veio a outra surpreza: Tinha uma lista de pelo menos <strong>11 dependências</strong> que precisavam ser instaladas para que o Scratch pudesse ser instalado. <img src='http://valeriofarias.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  Fiquei um pouco desanimado mas já tinha começado e agora tinha que ir até o fim. Depois de pelos menos <strong>1 hora e 30 minutos</strong> finalmente instalei o Scratch. Logo em seguida fiz o programa do despertador e consegui fazer o exercício. Ufa!</p>
<p>O programa que fiz no Scratch vocês podem ver na figura a seguir:</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 225px"><img src="http://i716.photobucket.com/albums/ww163/valeriofarias/cronometro.jpg" alt="Cronômetro feito no Scratch" width="215" height="153" /><p class="wp-caption-text">Cronômetro feito no Scratch</p></div>
<p>O exercício é excelente, fica claro que me focando em linhas aleatórias, não sobra espaço para o lado esquerdo da análise tentar fazer associações, tentar nomear objetos. Eu simplesmente desenhei, de forma intensa durante 5 minutos. O lado esquerdo não tem afinidade com essa tarefa e ele deixa o lado direito simplesmente fazer o que sabe bem! A nossa sensação de fracasso e cansaço mental quando estamos começando a desenhar é justamente causada por não compreender essa característica do cérebro. Nosso cérebro esquerdo está muito ocupado processando informações, tentando achar sigificados e nós não fazemos o que temos que fazer que é <strong>simplesmente desenhar</strong>, colocar as linhas no papel, visualizar as distâncias entre linhas, esquecer que aquele trecho de desenho é uma mão. Pense em linhas, distancias entre elas, e espaços vazios.</p>
<p>Fico por aqui no meu primeiro <strong>Papo de Nerd</strong> e espero que tenham gostado.</p>
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