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	<title>Valério Farias &#187; aprender</title>
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		<title>Linguagem Ruby e Educação: um acordo feito no céu (tradução)</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 11:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valério Farias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pra refletir]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>
		<category><![CDATA[aprender]]></category>
		<category><![CDATA[computação]]></category>
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		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[É importante não generalizar a linguagem Ruby como se fosse algo que resolverá todos os seus problemas. Ela tem propósito geral, mas será adequada em determinados contexto e outros não, como todas as outras linguagens. O propósito desse post do Kate Cunningham que eu traduzi é mostrar que as características do Ruby são muito harmônicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>É importante não generalizar a linguagem Ruby como se fosse algo que resolverá todos os seus problemas. Ela tem propósito geral, mas será adequada em determinados contexto e outros não, como todas as outras linguagens. O propósito desse post do Kate Cunningham que eu traduzi é mostrar que as características do Ruby são muito harmônicas com as características necessárias em um ambiente efetivo de aprendizado. Isso não quer dizer que o aluno deva estacionar no Ruby. Ele terá o caminho facilitado para o mundo da programação com Ruby, mas isso será só o primeiro passo. Ele deverá sim, aprender outras linguagens, pois é a única forma de se aprimorar como profissional de uma área tão dinâmica. O texto original você encontra <a href="http://rubylearning.com/blog/2010/08/11/ruby-programming-and-education-a-match-made-in-heaven/">aqui</a>. Fique agora com a tradução:</p></blockquote>
<p>A linguagem Ruby tem recebido muita atenção na última década, especialmente com o advento do Ruby on Rails em 2005. Enquanto a blogosfera está utilizando Ruby a muito tempo, vamos nos perguntar como, exatamente, a linguagem Ruby é propícia para um ambiente educacional.</p>
<div id="attachment_369" class="wp-caption alignright" style="width: 254px"><a href="http://valeriofarias.com/wp-content/uploads/2010/08/ruby-logo-r.png"><img class="size-full wp-image-369" title="ruby-logo-r" src="http://valeriofarias.com/wp-content/uploads/2010/08/ruby-logo-r.png" alt="Ruby Programming Language" width="244" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Copyright (C) 2008 Ruby Association LLC</p></div>
<p>Claro, podemos ir para a relevância da linguagem Ruby, pois se você está recebendo treinamento em um ambiente educacional para se tornar um programador de computador, e você não sabe o Ruby, então você está ficando cada vez mais fora do circuito. No entanto, linguagens de programação vêm e vão, e educação não é sobre as tendências, é sobre as idéias que sustentam o valor no decorrer dos anos.</p>
<p>Vamos então olhar para a filosofia de linguagem Ruby e ver como é propício à aprendizagem. Por um lado, Ruby é flexível. Ele não tem a rigidez de Java ou PHP. Em um ambiente que maximiza o aprendizado, a flexibilidade é fundamental. E Ruby é tão flexível quanto possível. Yukihiro Matsumoto, o  criador da linguagem Ruby, notou o que ele estava pensando quando ele começou a trabalhar com linguagem de programação: &#8220;É engraçado, quando eu usei PHP para desenvolver ou as coisas que eu fiz em Java, eu estava sempre à procura de algo mais.&#8221;</p>
<p>Outra grande coisa sobre Ruby é seu reforço da capacidade para a criatividade. Como muitos programadores Ruby notaram, Ruby é mais alinhado com o pensamento humano. Desta forma, é muito fácil de usar. E precisamente porque é mais fácil de usar, é mais versátil quando se trata de ser criativo.</p>
<p>A apresentação de <a href="http://www.slideshare.net/vishnu/the-ruby-programming-language-or-why-are-you-wasting-brain-power">slides sobre a linguagem Ruby</a> explica como Ruby auxilia a criatividade. Afirma que os seres humanos perdem produtividade quando são forçados por &#8220;tarefas repetitivas, tarefas desnecessariamente complexas  e resolvendo problemas que não estão dentro do domínio de aplicação.&#8221; Desde que Ruby efetivamente se livra dessas tarefas repetitivas e de tarefas voltadas para máquinas, há mais espaço aberto para ser criativo. Com os alunos, especialmente, a produção criativa é a chave para a aprendizagem de forma eficaz.</p>
<p>Um aspecto do processo de aprendizagem que é absolutamente crítico para a eficácia educacional é diversão. Nós geralmente não pensamos sobre a diversão quando nós pensamos sobre a educação. Mas reflita sobre seus próprios anos escolares no passado. Se você pensar bem, você percebe que os assuntos que você aprendeu mais e reteve o conteúdo eram aqueles em que você estava se divertindo. Este divertimento, claro, resulta em parte da criatividade. Quando você está sendo produtivo, você está se divertindo.</p>
<p>Ao contrário de outras linguagens de programação, você pode fazer muita coisa com Ruby, mesmo se você está apenas nos estágios iniciais de aprendizagem. Para os estudantes, o processo de aprendizagem é frustrante e é um pouco prejudicado quando pequenos erros aparecem no caminho de chegar aos conceitos maiores. Linguagens de programação como C++ podem dificultar o aprendizado dos conceitos maiores porque pequenos erros no código sempre aparecem durante o processo. Já usando o  Ruby o aluno não passa por essas pequenas dificuldades quando está iniciando o aprendizado.</p>
<p>Naturalmente, estes são apenas indicações básicas de que Ruby é a melhor ferramenta de aprendizagem para os interessados em programação de computadores, especialmente os iniciantes. No entanto, assim como na educação como um todo, em que mudanças conceituais básicas no processo de aprendizagem levam os alunos para as melhores práticas na aprendizagem,  Ruby oferece a possibilidade de uma aprendizagem fácil, divertida, criativa, por força da simples virtude de que a linguagem foi feita para pragmaticamente funcionar dessa forma. Em análise final, Ruby foi feito para estudantes, jovens e idosos, iniciantes e mais avançados.</p>
<p>Por Kate Cunningham</p>
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		<title>Manifesto Faça Você Mesmo! (tradução)</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 11:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valrio Farias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faça Você Mesmo!]]></category>
		<category><![CDATA[aprender]]></category>
		<category><![CDATA[construir]]></category>
		<category><![CDATA[experimentar]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse manifesto foi criado por Ulla-Maaria Mutanen, uma estudante de Ph.D. da universidade de Helsinki na Finlândia. Ela pensou sobre porque nós adoramos fazer coisas. Gostei muito desse manifesto, pois tem tudo a ver com a ideia de aprender fazendo. Através da experimentação conseguimos nos divertir enquanto aprendemos coisas. O texto original você encontra aqui. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Esse manifesto foi criado por Ulla-Maaria Mutanen, uma estudante de Ph.D. da universidade de Helsinki na Finlândia. Ela pensou sobre porque nós adoramos fazer coisas. Gostei muito desse manifesto, pois tem tudo a ver com a ideia de aprender fazendo. Através da experimentação conseguimos nos divertir enquanto aprendemos coisas. O texto original você encontra <a href="http://ullamaaria.typepad.com/hobbyprincess/2005/03/draft_craft_man.html">aqui</a>. Fiquem agora com o manifesto:</p></blockquote>
<ol>
<li>As pessoas ficam satisfeitas por terem sido capaz de criar coisas, porque elas podem ver-se nos objetos que fazem. Isso não é possível nos produtos comprados.</li>
<li>As coisas que as pessoas fazem possuem poderes mágicos. Elas têm significados ocultos que outras pessoas não podem ver.</li>
<li>As pessoas fazem coisas que normalmente querem manter e atualizar. Crafting (artezanato) não é contra o consumo. É contra jogar coisas fora.</li>
<li>As pessoas procuram reconhecimento para as coisas que elas fazem. Principalmente quando se trata de seus amigos e familiares. Isso se manifesta como uma economia de presentes.</li>
<li>Pessoas que acreditam que estão realmente produzindo coisas legais buscam maior exposição para seus produtos. Isso cria oportunidades para a publicação de canais alternativos.</li>
<li>Trabalho inspira trabalho. Vendo o que as outras pessoas têm feito gera novas idéias e projetos.</li>
<li>Essencial para criação são ferramentas, que são acessíveis, portáteis e fácil de aprender.</li>
<li>Materiais se tornam importantes. Conhecer do que eles são feitos e onde obtê-los torna-se essencial.</li>
<li>Receitas tornam-se importantes. A capacidade de criar e distribuir receitas interessantes se torna valioso.</li>
<li>Aprender técnicas aproxima as pessoas. Isso cria comunidades de praticantes online e offline.</li>
<li>Pessoas que gostam de criar coisas buscam oportunidades de descobrir coisas interessantes e se encontrar com os criadores. Isso cria mercados.</li>
<li>No fundo, fazer coisas é uma forma de diversão.</li>
</ol>
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