Perdemos clientes por causas idiotas?

Li, recentemente uma entrevista na revista Istoé com Jan Garavaglia, uma médica americana de 53 anos, que acaba de lançar o livro Como não morrer! Esse livro foi resultado de 20 anos trabalhando como legista. Ela constatou que as pessoas morrem muitas vezes por coisas tolas, entre elas temos:

  • acidentes causados por falar no celular enquanto dirigimos.
  • pressão alta, que é uma doença facilmente tratável, mas desde que façamos checkups para detectar
  • tapetes em casa de idosos em que o escorregão pode ser fatal, entre outras coisas que vocês podem ver lendo a reportagem.

Agora volto para o tema do nosso post: será que, de forma semelhante aos acidentes fatais, perdemos clientes por causas que podem ser facilmente evitadas?

Vou compartilhar com vocês alguns casos que passei recentemente: Continue lendo

Bom ou ruim? Quem decide é o cliente!

O seguinte caso ocorreu quando tentei comprar 3 garrafões d’água mineral:

Visitei a  primeira loja mas não consegui efetuar a compra, porque ela só fazia entrega de 8h às 12h e de 14h às 18h, ou seja, eu precisaria faltar o trabalho para poder receber esses garrafões d’água, ou então, esperar até o fim de semana (mais 4 dias sem água).

Devido esse problema de incompatibilidade de horários com o primeiro vendedor, fui em busca de um segundo vendedor.

Cheguei no local e fiz a encomenda dos três garrafões. A marca da água mineral era nova no mercado local. A vendedora falou que a água era muito boa, de ótima qualidade. Daí começou a discussão: Continue lendo

Aprenda BDD Jogando Dados – ebook

Olá entusiasta do Ruby! Olá entusiasta de BDD!  Te convido a ler, baixar, modificar, clonar ou fazer o que quiser com o livro: Aprenda BDD jogando Dados!

Esse mini-livro é uma jornada linha a linha, teste por teste, utilizando a técnica do Desenvolvimento Orientado a Comportamento (Behavior Driven Development) em um projeto muito interessante: Simulação dos dados do jogo War!

Eu escrevi esse pequeno livro para aprender BDD e RSpec, por isso eu tinha que falar sobre algo simples e de preferência que fosse divertido. Então eu pensei: Por que não jogar dados! Porque não jogar dados do jogo War!
Então aqui está: Aprenda BDD jogando dados!

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Linguagem Ruby e Educação: um acordo feito no céu (tradução)

É importante não generalizar a linguagem Ruby como se fosse algo que resolverá todos os seus problemas. Ela tem propósito geral, mas será adequada em determinados contexto e outros não, como todas as outras linguagens. O propósito desse post do Kate Cunningham que eu traduzi é mostrar que as características do Ruby são muito harmônicas com as características necessárias em um ambiente efetivo de aprendizado.

Isso não quer dizer que o aluno deva estacionar no Ruby. Ele terá o caminho facilitado para o mundo da programação com Ruby, mas isso será só o primeiro passo. Ele deverá sim, aprender outras linguagens, pois é a única forma de se aprimorar como profissional de uma área tão dinâmica. O texto original você encontra aqui. Fique agora com a tradução:

A linguagem Ruby tem recebido muita atenção na última década, especialmente com o advento do Ruby on Rails em 2005. Enquanto a blogosfera está utilizando Ruby a muito tempo, vamos nos perguntar como, exatamente, a linguagem Ruby é propícia para um ambiente educacional.

Claro, podemos ir para a relevância da linguagem Ruby, pois se você está recebendo treinamento em um ambiente educacional para se tornar um programador de computador, e você não sabe o Ruby, então você está ficando cada vez mais fora do circuito. No entanto, linguagens de programação vêm e vão, e educação não é sobre as tendências, é sobre as idéias que sustentam o valor no decorrer dos anos. Continue lendo

Introdução à Linguagem Assembly (tradução)

Para quem não é da área de informática e até mesmo para quem é programador mas sempre trabalhou com linguagens de alto nível esse artigo é muito esclarecedor.  A gente passa a ter consciência e respeitar o esforço que os primeiros programadores e projetistas tiveram para chegar ao que temos hoje. Fique agora com a tradução:

Esta é uma breve introdução à linguagem assembly. Assembly é a linguagem de programação mais básica disponível para qualquer processador. Com a linguagem Assembly, um programador só trabalha com as operações executadas diretamente sobre a CPU física.

A linguagem Assembly carece de alto nível de conforto, tais como variáveis e funções, e não é portátil entre as diversas famílias de processadores. No entanto, Assembly é a linguagem de programação mais poderosa disponível no computador, e ela dá aos programadores a visão necessária para escrever código eficiente em linguagens de alto nível. Aprender Assembly é valorizar o tempo e o esforço de todos os programadores sérios.

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Chega de tanta reclamação!

Acabei de ler esse post do Walmar que fala de pessoas que vinculam a satisfação ao cumprimento de metas e Walmar comenta que isso é forçar a barra e traz muitos problemas.

Já que se as metas não forem cumpridas isso influenciará negativamente na motivação de quem coloca o humor vinculado a elas. Isso serviu um pouco para eu refletir sobre outro comportamento: O de imaginar que o de fora é melhor e por isso ficar reclamando do que está próximo.

Bom, uma coisa que vejo com uma certa frequência são comentários de pessoas destratando o ambiente no qual frequentam ou trabalham, e as vezes até onde moram. Falando que já estiveram em outras cidades maiores e que lá era muito melhor.

O que se caracteriza é uma ilusão de que o de fora é melhor. Já escutei comentários que o sistema de transporte da capital é ótimo e o da nossa cidade é péssimo. Sobre as técnicas de cursos da capital que envolve mais os alunos e os deixam mais produtivos que o formato da universidade local. entre outros.

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Trata-se de leitura, escrita, e compartilhamento de código

Tratase de leitura escrita e compartilhamento de cdigo e quanto mais eu blogo, envio mensagens falsas, e procrastino, penso que o código me trouxe a fortuna maior. O maior retorno sobre o investimento com o menor risco.

Depois que saí da faculdade, eu trabalhava com PHP em uma loja fazendo aplicações de logísticas de entrega. Éramos os intermediários entre transportadores independentes e as grandes empresas como a Kmart.

Os transportadores deveriam se registrar no nosso site, dizer que iam estar em Delaware no dia 3 de maio, e que eles estão a caminho de Denver, em seguida, eles obtiam informações sobre transferências ao longo do percurso escolhido. Eles poderiam, em seguida pedir um preço maior no trasporte ou aceitar o valor estipulado, tudo através de nós.

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Técnica Pomodoro de Gerenciamento de Tempo

É uma técnica criada por Francesco Cirillo em 1992 e atualmente é utilizada por profissionais de diversas áreas,  inclusive no desenvolvimento de sistemas.

Pomodoro significa tomate em Italiano, ou seja, se preferir chame de técnica do tomate. Esse nome surgiu quando Cirillo fazia faculdade em Roma. Para se concentrar nas suas tarefas, ele decidiu utilizar o que tinha nas mãos: um temporizador de cozinha com formato de tomate. 🙂

A técnica é tão simples que se resume em 5 passos:

  1. escolha uma tarefa a ser realizada.
  2. configure o temporizador(pomodoro) para tocar em 25 minutos
  3. trabalhe na tarefa até o Pomodoro tocar, depois registre na sua folha de papel.
  4. faça uma pequena pausa (5 minutos)
  5. a cada 4 Pomodoros faça uma paula longa (25 minutos)

Essa técnica consegue trazer características boas de dois mundos:

  • Objetividade: focado na tarefa, sem distrações, controle, disciplina
  • Equilibrio: devido as pausas, que não devem ser utilizadas para fazer pesquisas na net ou outro trabalho no computador. A pausa é um ponto muito importante da técnica e não pode ser preenchida com tarefas, é um momento em que a mente simplesmente deve relaxar. Continue lendo

Extreme programing e a inteligência coletiva

Bem vindos à 3ª edição do “Pense nisso!”

A revista National Geographic Brasil de julho 2016 veio com uma matéria sobre Inteligência Coletiva, que falava do comportamento de pássaros, abelhas, formigas e peixes que estavam sendo estudados e também aplicados no trabalho, no aeroporto, na internet e eu diria também no desenvolvimento de software com objetivo de facilitar e otimizar processos.

No caso do formigueiro, a colônia é capaz de resolver problemas impossíveis para cada formiga individualmente, como por exemplo, achar o caminho mais curto para a melhor fonte de comida.

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Extreme Programing definitivamente não é Gambiarra!

Nessa primeira sessão do “Pense nisso”, vou contar para vocês um caso que me ocorreu na saída do meu curso de especialização. Eu consegui uma carona e no carro tinha alguns alunos e alguns professores que continuaram a discussão sobre boas práticas de software, sobre RUP também, que foi um subtema de uma palestra sobre engenharia de software.

Mas sem argumentos mais técnicos, simplesmente associaram o XP (Extreme Programing) à uma prática de gambiarra e inclusive citaram até o POG (programação orientada a gambiarras).

Bom, como vocês podem perceber não coloquei nem vou colocar link para páginas que explicam sobre POG, pois trata-se de práticas que realmente são inúteis para um desenvolvedor, mas caso queiram ler com o intuito de distração, ou divertimento sem tomar como referência profissional, podem colocar o termo no google ou na wikipedia que encontrarão algo. Continue lendo