Introdução à Linguagem Assembly (tradução)

Para quem não é da área de informática e até mesmo para quem é programador mas sempre trabalhou com linguagens de alto nível esse artigo é muito esclarecedor.  A gente passa a ter consciência e respeitar o esforço que os primeiros programadores e projetistas tiveram para chegar ao que temos hoje. Fique agora com a tradução:

Esta é uma breve introdução à linguagem assembly. Assembly é a linguagem de programação mais básica disponível para qualquer processador. Com a linguagem Assembly, um programador só trabalha com as operações executadas diretamente sobre a CPU física.

A linguagem Assembly carece de alto nível de conforto, tais como variáveis e funções, e não é portátil entre as diversas famílias de processadores. No entanto, Assembly é a linguagem de programação mais poderosa disponível no computador, e ela dá aos programadores a visão necessária para escrever código eficiente em linguagens de alto nível. Aprender Assembly é valorizar o tempo e o esforço de todos os programadores sérios.

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Chega de tanta reclamação!

Acabei de ler esse post do Walmar que fala de pessoas que vinculam a satisfação ao cumprimento de metas e Walmar comenta que isso é forçar a barra e traz muitos problemas.

Já que se as metas não forem cumpridas isso influenciará negativamente na motivação de quem coloca o humor vinculado a elas. Isso serviu um pouco para eu refletir sobre outro comportamento: O de imaginar que o de fora é melhor e por isso ficar reclamando do que está próximo. Continue lendo

Trata-se de leitura, escrita, e compartilhamento de código

Tratase de leitura escrita e compartilhamento de cdigo e quanto mais eu blogo, envio mensagens falsas, e procrastino, penso que o código me trouxe a fortuna maior. O maior retorno sobre o investimento com o menor risco.

Depois que saí da faculdade, eu trabalhava com PHP em uma loja fazendo aplicações de logísticas de entrega. Éramos os intermediários entre transportadores independentes e as grandes empresas como a Kmart.

Os transportadores deveriam se registrar no nosso site, dizer que iam estar em Delaware no dia 3 de maio, e que eles estão a caminho de Denver, em seguida, eles obtiam informações sobre transferências ao longo do percurso escolhido. Eles poderiam, em seguida pedir um preço maior no trasporte ou aceitar o valor estipulado, tudo através de nós.

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Técnica Pomodoro de Gerenciamento de Tempo

É uma técnica criada por Francesco Cirillo em 1992 e atualmente é utilizada por profissionais de diversas áreas,  inclusive no desenvolvimento de sistemas.

Pomodoro significa tomate em Italiano, ou seja, se preferir chame de técnica do tomate. Esse nome surgiu quando Cirillo fazia faculdade em Roma. Para se concentrar nas suas tarefas, ele decidiu utilizar o que tinha nas mãos: um temporizador de cozinha com formato de tomate. 🙂

A técnica é tão simples que se resume em 5 passos:

  1. escolha uma tarefa a ser realizada.
  2. configure o temporizador(pomodoro) para tocar em 25 minutos
  3. trabalhe na tarefa até o Pomodoro tocar, depois registre na sua folha de papel.
  4. faça uma pequena pausa (5 minutos)
  5. a cada 4 Pomodoros faça uma paula longa (25 minutos)

Essa técnica consegue trazer características boas de dois mundos:

  • Objetividade: focado na tarefa, sem distrações, controle, disciplina
  • Equilibrio: devido as pausas, que não devem ser utilizadas para fazer pesquisas na net ou outro trabalho no computador. A pausa é um ponto muito importante da técnica e não pode ser preenchida com tarefas, é um momento em que a mente simplesmente deve relaxar. Continue lendo

Extreme programing e a inteligência coletiva

Bem vindos à 3ª edição do “Pense nisso!”

A revista National Geographic Brasil de julho 2016 veio com uma matéria sobre Inteligência Coletiva, que falava do comportamento de pássaros, abelhas, formigas e peixes que estavam sendo estudados e também aplicados no trabalho, no aeroporto, na internet e eu diria também no desenvolvimento de software com objetivo de facilitar e otimizar processos.

No caso do formigueiro, a colônia é capaz de resolver problemas impossíveis para cada formiga individualmente, como por exemplo, achar o caminho mais curto para a melhor fonte de comida.

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Extreme Programing definitivamente não é Gambiarra!

Nessa primeira sessão do “Pense nisso”, vou contar para vocês um caso que me ocorreu na saída do meu curso de especialização. Eu consegui uma carona e no carro tinha alguns alunos e alguns professores que continuaram a discussão sobre boas práticas de software, sobre RUP também, que foi um subtema de uma palestra sobre engenharia de software.

Mas sem argumentos mais técnicos, simplesmente associaram o XP (Extreme Programing) à uma prática de gambiarra e inclusive citaram até o POG (programação orientada a gambiarras).

Bom, como vocês podem perceber não coloquei nem vou colocar link para páginas que explicam sobre POG, pois trata-se de práticas que realmente são inúteis para um desenvolvedor, mas caso queiram ler com o intuito de distração, ou divertimento sem tomar como referência profissional, podem colocar o termo no google ou na wikipedia que encontrarão algo. Continue lendo

Como se tornar um desenvolvedor Rails famoso (tradução)

Obs: Esse post é além de inspirador, muito esclarecedor, faz com que coloquemos novamente nossos pés onde eles precisam estar, que é no chão. Mas mostra também que podemos conseguir diversas coisas legais tomando as decisões certas e fazendo a única ação benéfica e sustentável do mundo da programação que é de ler, escrever e compartilhar código. Se algum trecho da tradução poderia ficar melhor podem mandar sugestões de mudança, o texto original você encontra aqui, fiquem agora com o texto traduzido:

Oi a todos, sou Chris Wanstrath, e vou te ensinar como se tornar um desenvolvedor Rails famoso. Um Ruby rock star. Um programador ninja. Não é difícil, apenas foque-se como um raio laser e tenha um pouco de paciência.

Devo dizer de antemão de que você não precisa se preocupar com qualquer habilidade de programação ou dez mil horas de prática. Isso não importa – é fácil de falsificar. Continue lendo

O caminho para o sucesso

Esse post é baseado no vídeo de Richard St. John: “8 segredos do sucesso”, que está disponível no TED.

Quero deixar bem claro que o vídeo de Richard é infinitamente melhor do que esse humilde post.

Eu apenas assisti ao vídeo algumas vezes, me foquei na imagem abaixo (última imagem do vídeo), e comecei a escrever o que vinha na minha mente a respeito dessas palavras-chave. Não é uma tradução do vídeo, é a minha forma de ver as palavras-chave que levam ao sucesso. Continue lendo

Papo-de-Nerd Desenhando com o lado direito do cérebro

Esse é o primeiro post com o tema Papo de Nerd. Quero deixar bem claro aqui que eu tenho sim vida social. 🙂 Mas acho que toda pessoa que trabalha com tecnologia ou desenvolvimento de software tem de vez em quando o que eu chamo de surto de nerdice.

E é sobre meus surtos de nerdice que vou falar aqui nessa seção, que tem o propósito de ser bem humorada e de descontrair um pouco.

Esse primeiro surto de nerdice ocorreu quando eu estava lendo e praticando os exercícios do livro:Desenhando com o lado direito do cérebro de Betty Edwards. Continue lendo

Perdemos clientes por causas idiotas?

Li, recentemente uma entrevista na revista Istoé com Jan Garavaglia, uma médica americana de 53 anos, que acaba de lançar o livro Como não morrer! Esse livro foi resultado de 20 anos trabalhando como legista. Ela constatou que as pessoas morrem muitas vezes por coisas tolas, entre elas temos:

  • acidentes causados por falar no celular enquanto dirigimos.
  • pressão alta, que é uma doença facilmente tratável, mas desde que façamos checkups para detectar
  • tapetes em casa de idosos em que o escorregão pode ser fatal, entre outras coisas que vocês podem ver lendo a reportagem.

Agora volto para o tema do nosso post: será que, de forma semelhante aos acidentes fatais, perdemos clientes por causas que podem ser facilmente evitadas?

Vou compartilhar com vocês alguns casos que passei recentemente: Continue lendo