Introdução à Linguagem Assembly (tradução)

Para quem não é da área de informática e até mesmo para quem é programador mas sempre trabalhou com linguagens de alto nível esse artigo é muito esclarecedor.  A gente passa a ter consciência e respeitar o esforço que os primeiros programadores e projetistas tiveram para chegar ao que temos hoje. Fique agora com a tradução:

Esta é uma breve introdução à linguagem assembly. Assembly é a linguagem de programação mais básica disponível para qualquer processador. Com a linguagem Assembly, um programador só trabalha com as operações executadas diretamente sobre a CPU física.

A linguagem Assembly carece de alto nível de conforto, tais como variáveis e funções, e não é portátil entre as diversas famílias de processadores. No entanto, Assembly é a linguagem de programação mais poderosa disponível no computador, e ela dá aos programadores a visão necessária para escrever código eficiente em linguagens de alto nível. Aprender Assembly é valorizar o tempo e o esforço de todos os programadores sérios.

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Chega de tanta reclamação!

Acabei de ler esse post do Walmar que fala de pessoas que vinculam a satisfação ao cumprimento de metas e Walmar comenta que isso é forçar a barra e traz muitos problemas.

Já que se as metas não forem cumpridas isso influenciará negativamente na motivação de quem coloca o humor vinculado a elas. Isso serviu um pouco para eu refletir sobre outro comportamento: O de imaginar que o de fora é melhor e por isso ficar reclamando do que está próximo.

Bom, uma coisa que vejo com uma certa frequência são comentários de pessoas destratando o ambiente no qual frequentam ou trabalham, e as vezes até onde moram. Falando que já estiveram em outras cidades maiores e que lá era muito melhor.

O que se caracteriza é uma ilusão de que o de fora é melhor. Já escutei comentários que o sistema de transporte da capital é ótimo e o da nossa cidade é péssimo. Sobre as técnicas de cursos da capital que envolve mais os alunos e os deixam mais produtivos que o formato da universidade local. entre outros.

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Extreme Programing definitivamente não é Gambiarra!

Nessa primeira sessão do “Pense nisso”, vou contar para vocês um caso que me ocorreu na saída do meu curso de especialização. Eu consegui uma carona e no carro tinha alguns alunos e alguns professores que continuaram a discussão sobre boas práticas de software, sobre RUP também, que foi um subtema de uma palestra sobre engenharia de software.

Mas sem argumentos mais técnicos, simplesmente associaram o XP (Extreme Programing) à uma prática de gambiarra e inclusive citaram até o POG (programação orientada a gambiarras).

Bom, como vocês podem perceber não coloquei nem vou colocar link para páginas que explicam sobre POG, pois trata-se de práticas que realmente são inúteis para um desenvolvedor, mas caso queiram ler com o intuito de distração, ou divertimento sem tomar como referência profissional, podem colocar o termo no google ou na wikipedia que encontrarão algo. Continue reading

Como se tornar um desenvolvedor Rails famoso (tradução)

Obs: Esse post é além de inspirador, muito esclarecedor, faz com que coloquemos novamente nossos pés onde eles precisam estar, que é no chão. Mas mostra também que podemos conseguir diversas coisas legais tomando as decisões certas e fazendo a única ação benéfica e sustentável do mundo da programação que é de ler, escrever e compartilhar código. Se algum trecho da tradução poderia ficar melhor podem mandar sugestões de mudança, o texto original você encontra aqui, fiquem agora com o texto traduzido:

Oi a todos, sou Chris Wanstrath, e vou te ensinar como se tornar um desenvolvedor Rails famoso. Um Ruby rock star. Um programador ninja. Não é difícil, apenas foque-se como um raio laser e tenha um pouco de paciência.

Devo dizer de antemão de que você não precisa se preocupar com qualquer habilidade de programação ou dez mil horas de prática. Isso não importa – é fácil de falsificar. Continue reading

Papo-de-Nerd Desenhando com o lado direito do cérebro

Esse é o primeiro post com o tema Papo de Nerd. Quero deixar bem claro aqui que eu tenho sim vida social. 🙂 Mas acho que toda pessoa que trabalha com tecnologia ou desenvolvimento de software tem de vez em quando o que eu chamo de surto de nerdice.

E é sobre meus surtos de nerdice que vou falar aqui nessa seção, que tem o propósito de ser bem humorada e de descontrair um pouco.

Esse primeiro surto de nerdice ocorreu quando eu estava lendo e praticando os exercícios do livro:Desenhando com o lado direito do cérebro de Betty Edwards. Continue reading

Papo-de-Nerd: Nerd 2.0

Participei do OxenteRails 2009, Rails Summit 2009, CearáOnRails 2009 e agora OxenteRails 2010 e ficou claro que uma nova cultura nerd está se espalhando cada vez mais rápido. Essa nova cultura nerd eu chamo de Nerd 2.0.

O ponto chave é que não dá mais para ficar somente na frente do computador (nerd 1.0). Agora o Nerd tem que ser sociável, tem que equilibrar seu gosto por tecnologia com seusrelacionamentos interpessoais, seja com amigos, trabalho ou o que for (Nerd 2.0).

A tecnologia é importante sim, mas ela deve estar sempre em função das pessoas e nunca o contrário.

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Learn BDD Playing Dice – ebook

Hello Ruby enthusiast! Hello BDD enthusiast! Welcome to this journey line by line, test by test, using the Behavior Driven Development technique in a interesting project: War Dice Simulation!

I wrote this tiny book to learn BDD and RSpec for myself. I would want to start with a little example. And if was possible with a funny example too. Then I thought: Why not playing dice! Why not playing war dice! Then there you are: Learning BDD playing dice!

The app that we’ll create together uses two classes: Dice and WarDice.

The first chapter I start to construct the RSpec file of Dice class and the Dice class simultaneously and step by step until all of the tests become green.

The second chapter I go on with the WarDice class, that is a simulation of each dice of war game!

Finally, the third chapter I use the classes in a funny shoes application.

The philosophy of this book is to learn making funny things. In one word: Experimentation. Then I hope you enjoy this simple but also instructive book.

The tests used in this book aren’t a silver bullet. They are only a way between some others. How I told, I made to learn RSpec. You can send suggests, clone the project, modify it and codify in other ways. Who knows we’ll playing together in the 2.0 version of this book :).

Now just read the book and have fun! Check more news here.